Muitos e-mails chegando, pouco tempo p/ escrever aqui no blog Clube das Frigideiras.
Mas vamos lá vou começar a contar alguns casos de como se chega a conclusão que está na hora de entrar para este clube.
A primeira história é de uma leitora, que há muitos anos atrás, ainda adolescente se apaixonou por um amigo. Mas o tempo foi passando e eles se afastaram por conta dos caminhos que cada um tomou. Ela numa havia revelado que fora apaixonada por ele. E com esse tempo ela pensou que todo esse sentimento havia acabado, já havia namorados outros rapazes, nada muito duradouro e por acreditava que seu amor de adolescência era coisa do passado. Ledo engano, um dia indo trabalho encontrou com esse amigo, uma pouco mais velho, no metrô. Logo que bateu o olho o reconheceu, apesar das mudanças físicas. Enfim voltaram ser bons (ou melhor, ótimos amigos) de novo, eles conversavam sobre tudo, antigos namoros, filmes, teatro, política. Só que aquele sentimento dentro dela como uma chama quase apagada voltou a acender, e ela já não conseguia ficar perto dele sem imaginar como seria a vida se os dois namorassem. Só que tinha uma grande barreira, ela não conseguia se declarar, ou melhor, dizendo, ela não achava certo uma mulher se declarar para um homem, e estava feliz só em ter a amizade dele, em estar perto dele.
Só que incentivada por uma colega de trabalho ela resolveu fazer isso através de uma carta, já que era tímida para falar pessoalmente e ela entregou ao amado no final do dia depois de um happy hour depois de se divertirem muito. E pediu para ele ler quando chegasse em casa. Se ele o fez, ela acredita que sim, mas o resultado disso não foi nada bom, ela disse que desde que entregou a carta para ele conseguiu falar com ele só mais uma vez, no qual ele disse que estava ocupado e depois retornaria a ligação.
Nunca mais conseguiu falar com ele, e-mails e ligações ele não responde e isso já faz alguns anos. Ela já o reviu novamente no metrô, mas não teve coragem de aproximar, por causa da frieza do última ligação. Mas uma vez seu coração estava partido, só que a dor era grande demais... O primeiro amor... o verdadeiro amor... o único amor, talvez, não queria saber nem da amizade dela, preferiu a distância. Desde então ela percebeu que não dá sorte no amor e é melhor ficar sozinha.
Nunca mais conseguiu falar com ele, e-mails e ligações ele não responde e isso já faz alguns anos. Ela já o reviu novamente no metrô, mas não teve coragem de aproximar, por causa da frieza do última ligação. Mas uma vez seu coração estava partido, só que a dor era grande demais... O primeiro amor... o verdadeiro amor... o único amor, talvez, não queria saber nem da amizade dela, preferiu a distância. Desde então ela percebeu que não dá sorte no amor e é melhor ficar sozinha.
E você tem alguma história para contar: pode mandar o e-mail que sempre que possível vou atualizar o blog. E-mail: clubedasfrigideiras@gmail.com
